Quem assiste Geração Brasil, vai entender.

Não costumo assistir novela porque passo maior parte do meu tempo na rua e quando estou em casa ou estou lendo, ou estou finalizando as demandas.  Mas tem três dias que venho acompanhando os capítulos da novela Geração Brasil. Tirando a parte que alguns personagens falam inglês e português ao mesmo tempo, me fez lembrar muito do Desabafo Social.

Na novela tem um ONG chamada Plugar, que ensinar as crianças uma linguagem fácil de programação. E mais do que isso, ontem eles destacaram a importância do uso responsável da internet. “Se a internet é a rua, a redes social é o que? O muro da nossa casa, claro! Só colocamos informações necessárias. Não convidamos qualquer pessoa para entrar em nossa casa, certo? O muro é o convite e temos que ter cuidado”, disse o personagem Davi Reis, interpretado pelo ator Humberto Carrão. É nessa linha que o Desabafo Social realiza as atividades voltadas para o uso seguro da internet.

Outra cena  que me tocou, foi quando o personagem Davi Reis enfrentou Jonas Marra (Murilo Benício). Para quem não sabe Jonas Marra é um gênio da computação que fez fama e fortuna no Vale do Silício, Califórnia (EUA) e é dono da Marra International. Qualquer adolescente ou jovem ligado a tecnologia gostaria de ser Jonas Marra. Menos Davi.

Na cena, Davi falou que entrou para desafiá-lo e tentar emplacar seu projeto, o Júnior. Júnior é um computador que ensina a programar. E mais do que isso, é um tecnologia aberta, ou seja, pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído. Mas Jonas não aceitou e nunca aceitaria algo assim. Disse que iria fabricar o Júnior, mas do jeito dele (software proprietário). Então Davi explodiu dizendo que o Júnior era o sonho dele, e que se não fosse um software livre, não valeria a pena. Jonas Marra deixou claro que se não obter lucro, não há necessidade de fabricar e o demitiu.

Passou algumas cenas e Davi se questionava o que estava fazendo no mundo, o que estava fazendo com a vida dele, e que seu sonho não seria realizado. Ele só queria criar uma tecnologia aberta para ajudar as pessoas. Infelizmente tudo isso depende de dinheiro.

Nessa cena me vi em Davi. As pessoas só apostam nos seus sonhos, se gerar lucro. Caso contrário, você continua sonhando. Você chega numa fase de questionamentos e fica sem saber que rumo tomar, se suas decisões estão certas, se um dia você vai conseguir fazer aquilo que realmente gosta e quer, se , se , se…

Só te digo uma coisa Davi Reis, você não está sozinho!

 

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